Terça-feira, 7 de Março de 2006

...

O corpo não me suja, se há corpos que sujam são os que andam sem natureza. Mas se o corpo suja, a terra também suja e se nada é sujo , nada tem mistério, porque o mistério tem na perversão das coisas um certo brilho. As bocas que se prendem a outras e as mãos que traficam caricias ou as palavras selvagens e ordinárias dos homens que não conhecem a poesia mas adormecem com ela misturada na vida

lobo 06
publicado por relogiodesacertado às 15:24
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1 comentário:
De Anónimo a 7 de Março de 2006 às 18:00
eh pa, lindo...esse trafico de caricias. Sabes, as vezes os homens não sabem que trazem poesia nos bolsos e pensam só que conspurcar os conduz á vida eterna na própria vida e quando descobrem da sua mortalidade, metem as mãos na algibeira e redescobrem a poesia, esquecida uma vida toda. Aí sentam-se e bebem da água que mata todas as sedes. Porque se encontram frageis, logo mais inteiros, acho. Ainda a propósito da nossa conversa de ontem, claro. Adorei mais esta tua reflexão feita poema. Bjonina
(http://livejournal/com/users/avaloner2)
(mailto:alzira_guedes68@hotmail.com)


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