Sábado, 3 de Setembro de 2005

...

Descemos a rua e ainda no rosto aquele salpico rápido de um sobressalto de mar. Ela rodou a saia e o fumo do cigarro contornou o calcanhar acompanhando o seu passo de dança. Continuamos descendo a rua, também as gotas de suor desciam o tronco das árvores, e havia musica e cansaso... a cidade era um laboratório de desejos e de crimes, alguns cometidos por amor, outros uma indiferença que ensina a respirar sem a precisão dos silencios e das palavras armadilhadas nos bares e nos quartos. Era urgente acabar com este matrimónio empresarial , este negocio das flores e dos sorrisos breves antes do castigo do trabalho. Amo-te. pego-te na mão e tu podes soltar. Não há lei. um céu muito azul e é dessa liberdade que precisamos para restabelecer o respeito á nossa naturesa vadia

lobo 05
publicado por relogiodesacertado às 15:27
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