Segunda-feira, 22 de Agosto de 2005

a tua boca

A tua boca no orvalho humido das mãos... corre o cavalo a galope e alguém fica triste a tentar inventar outra esperança Que sabor tem este novo pão, não sei se uma nova guerra pode nascer do cansaço de andar desiludido sobre a terra A tua boca linha dos lábios na curva desta terra sedenta. Agora a noite é outro segredo. Ainda és tu essa violencia do amor no sabor do pão e da flor que é a navegação das palavras nos olhos, nos pensamentos na ausencia dentro das pedras e das gentes dentro das casas. lobo 05
publicado por relogiodesacertado às 19:15
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1 comentário:
De Anónimo a 23 de Agosto de 2005 às 11:19
lá está a tua capacidade intimista de nos mostrares de que são feitos os gestos e sonhos, de desenhares através do pincel das palavras as coisas que se não dizem pois são pensadas tão lá dentro. Desenterras sentidos e gestos. Adoro tu. BjoNina
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(mailto:alzira.guedes@sapo.pt)


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