Sábado, 20 de Maio de 2006

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São sete horas da madrugada. A Água corre da torneira como as palavras impensadas do mundo. Lavo a cara e limpo ao velho jornal, podia limpar a cara ás folhas dos livros da tia Margarida, mas vou usar para outras necessidades. Vou preparar o pequeno almoço, uma fatia de pão e um copo de leite. O leite é magro como esta nossa pátria pobrezinha e comica. São sete horas da madrugada a noite está a trocar de roupa e está a ficar dia. No mundo está a ficar escuridão, melhor seria a escuridão da intimidade, mas seria bom abrir uma janela, dar um beijo e voar sem bater no chão     lobo

publicado por relogiodesacertado às 14:17
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