Segunda-feira, 19 de Novembro de 2007

Seguravas a espuma do mar

Seguravas a espuma do mar e na margem dos teus pés o peso triste do mundo. Seguravas a espuma do mar e na margem dos teus pés e na pálpebra dos teus olhos o vento e a força que empurra a inexistência com sentido de nascimento e origem, com sentido de esquecimento e impulso de despertar.

 

Seguravas a espuma do mar. Trazias os navios à navegação das mãos que se perdem nas encruzilhadas...

 

lobo

publicado por relogiodesacertado às 16:04
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1 comentário:
De Juni a 20 de Novembro de 2007 às 18:02
Inebriante a tua escrita... vou explorar e vaguear pelas tuas palavras um pouco mais.


beijinho


Joana


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