Domingo, 26 de Fevereiro de 2006

...

A nudez é como o vento…
silencio a ocupar-se da água
esquecemos de permanecer
e todo o amor é a absoluta inconsciência
nenhuma dor ou desejo
nenhum prazer ou intenção.

Sofrer por muito ter a intenção
de esperar de um outro corpo
a nossa vontade de tudo beber
e de tudo saciar…

É inútil deixar-me prender
e é vazio não consentir que os braços
sejam como as árvores
onde os outros ou o outro
se liga afectuosamente
como o pássaro dentro de cada um…

Precisamos de ter uma causa
ou não precisamos, pois tudo aquilo que não esperámos
há-de chegar.

O amor tem os olhos grandes
e o amor que tudo vê
o melhor amor é aquele que tudo olha.

Não olhar é reter tudo no pormenor
esta grande liberdade
de nos sentir-mos absolutos
e no entanto somos simples
no modo de absorver cuidadosamente o tempo de existir
lobo
publicado por relogiodesacertado às 12:34
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1 comentário:
De Anónimo a 26 de Fevereiro de 2006 às 15:28
ola lobo...nina
(http://livejournal/com/users/avaloner2)
(mailto:alzira_guedes68@hotmail.com)


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